Hey people, what’s up? – First Steps in NY

Choices:

Aí vai um resumo dos nossos primeiros passos na cidade. Off we go!

Nós escolhemos uma agência que foi demais de prestativa. Conseguimos fechar as duas semanas de viagem com passagem aérea, hotéis, parques, carro por 9 dias em Orlando e entrada para o Cirque Du Soleil por um preço MUITO bom! Precisa pesquisar! A agente da empresa ficou de olho nas promoções e conseguimos uma passagem bem em conta. Nós escolhemos hotéis baratos e bem localizados, e tudo foi feito com calma para chegar ao melhor valor.

Caso vocês decidam ir para NY, recomendo o Hotel Edison. Fica localizado na 5ª Avenida, tem um Starbucks com WiFi grátis bem na esquina. A Times Square é bem ali, assim como a Broadway. O Hotel não é tão caro considerando a localização, é limpo e bem organizado.

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E fique sabendo: tenha notas de 1 dólar para dar gorjeta (para o motorista que vai te levar até o hotel, o funcionário que carregar suas malas até o quarto, a camareira, etc). Deixávamos um dólar para a camareira todo dia.

 

Esse hotel não oferece WiFi grátis, e nem precisa, porque além de você ter isso no Starbucks ali pertinho, praticamente todas as lojas que você entra têm WiFi, os restaurantes têm, e você consegue acessar ali na rua mesmo, andando pela Times Square.

Fomos para NY na semana seguinte ao furacão Sandy. Imaginem que eu nem fiquei preocupada né? Apesar da ansiedade com o que encontraríamos ao chegar lá, tivemos uma surpresa…

Nem parecia que tinha passado um furacão por ali! Fiquei de queixo caído mesmo! No centro de NY pelo menos não parecia ter havido furacão nenhum. Tudo estava limpo, organizado e funcionando. O único lugar que estava fechado era a Estátua da Liberdade porque ali havia mais estrago; do resto, tudo aberto.

Opa! Antes de continuar, tem ainda algumas etapas no aeroporto.

Ok, vamos falar da Imigração. Vou admitir que estava ansiosa, era o último passo antes de poder pisar na cidade; e como eu já sou comunicativa (tagarela mesmo), eu resolvi bater um papo com o agente da Imigração que me atendeu!  Era um senhor simpático e tudo foi muito tranquilo. Nessa etapa, o agente de Imigração pode fazer algumas perguntas, como por exemplo, quanto tempo você vai ficar, qual hotel, qual o propósito da viagem, etc. Como eu já cheguei conversando, ele não me perguntou nada disso.

The transportation:

Dentro do aeroporto havia motoristas de plantão aguardando passageiros para levar no hotel. Não era o táxi amarelo que roda pela cidade, eram motoristas com carros grandes. Não sei dizer agora se foi seguro o que nós fizemos. Eles estavam na entrada do aeroporto, falamos com um deles que ofereceu nos levar por 80 dólares e cabia todas as malas no carro dele (estávamos em 4 pessoas), então achamos uma boa, bem porque íamos precisar pegar 2 carros se fôssemos de táxi. Já me falaram (depois que eu voltei da viagem) que esses motoristas nem sempre são seguros, mas nós não tivemos problema, ele cobrou o combinado + pedágio + gorjeta e nos deixou no hotel de boa. A única reclamação que tive foi o fato dele colocar: “Ai se eu te pego” para tocar no carro. Saí do Brasil para escutar isso por lá…  Ninguém merece.

O chão estava coberto de neve, pois havia nevado a noite anterior. Estava lindo, parecia um tapete branco cobrindo os jardins. As ruas estavam limpinhas para os carros passarem.

Starting the journey!

Planejar é importante. É bom saber quais lugares visitar e ter pelo menos um rascunho de roteiro em mãos. Com 4 dias para ver tudo não havia tempo a perder.

Já na primeira manhã compramos um pacote de três dias com City Tour (ônibus que apenas faz roteiros turísticos) para passar nos principais lugares. Cada esquina daquela rua tinha alguém oferecendo pacotes, de empresas diferentes, com valores diferentes, quantidade de dias para usar o ticket.

Nós não chegamos a pesquisar que tipo de pacotes cada agência oferecia…  Não pesquisamos diferenças de valor… Porque para ser sincera, já havia gente vendendo ticket para esse ônibus na esquina do hotel, por um preço razoável (cinquenta e poucos dólares) e pudemos usar aquele ticket por 3 dias. Estávamos muito empolgados, era manhã do primeiro dia e pegamos o primeiro que apareceu! – Sem arrependimentos, eu até diria para as pessoas pesquisarem, nós tínhamos 4 dias para ver tudo e nem pensamos em perder tempo verificando isso.

O City Tour faz paradas em pontos específicos, onde você pode descer, visitar o lugar, depois retornar no ponto. Eles passam de 15 em 15 minutos.  No primeiro dia nós mais ficamos no ônibus do qualquer outra coisa, afinal, cada ônibus faz um parte do roteiro.

Portanto quando for subir em algum, pergunte ao guia por onde aquele vai passar, veja se é o destino que você planeja naquele dia, se não for, espere pelo próximo.

Por esse motivo ficamos quase o dia todo no ônibus, queríamos ver a cidade, ver onde ele parava e aprender como funcionava. Andamos praticamente o roteiro inteiro, mas nesse dia acabamos mais vendo lojas e preços do que os pontos.

Um adendo sobre as lojas: é uma tentação total!! Porém o imposto de NY é mais alto que o de Orlando. O preço do produto na prateleira não vem com o imposto incluso, então ao passar no caixa vai sair um pouco mais. Tudo o que você ver em Ny e achar barato, em Orlando é ainda mais barato!

Muitas pessoas vão para Miami fazer compras. Alguma atendente de loja me disse que Orlando sai mais barato até que Miami. Se alguém aí está querendo ir para lá com essa intenção, fica a dica, Orlando sai mais em conta.

Gray Line Bus

Vou colocar um pouco sobre cada ponto que visitamos, com fotos e dicas. Aguardem os próximos posts.

See you when I see you 🙂

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